Iniciando a conversa

O que te inquieta? O que te estimula? Quais são seus desafios profissionais? Quais são suas experiências? Eu tenho as minhas inquietações, dúvidas e angústias. Quero colocá-las aqui.

domingo, 20 de novembro de 2011

Tudo para ontem ...

Vivemos a síndrome do "tudo para ontem", os projetos são para ontem, o resumo do mês seria enviado ontem, o relatório seria incluido anteontem ... E assim vive-se a loucura do dia-a-dia, com os prazos para um dia fictício, porque o ontem já era.

No meio deste calendário maluco, com prazos cada vez mais apertados e as coisas acontecendo em uma velocidade inimaginável (era da tecnolgia, período das oportunidades, mercado crescendo - são as respostas), deixa-se de lado a qualidade. Com certeza, o relatório produzido para ontem não tem os mesmos dados, as mesmas recomendações e análises do que aquele que seria entregue amanhã.

O tempo não importa, mas sim a qualidade, o conhecimento que estamos gerando, a importância que damos a determinadas tarefas em detrimento a outras. Todas as atividades que fazemos durante o dia são realmente importantes? O tempo que passei no telefone com um cliente ou com o colega do outro departamento foi realmente necessário ou poderia ter sido menor? Como ser mais direto? Usar menos tempo e me aprofundar mais?

Será que esta urgênica nos permite ir fundo em um determinado assunto? Ou vivemos na superficialidade dos fatos?

Passei grande parte do meu almoço lendo meus emails no celular, em consequência minha colega não conseguiu dividir comigo a experiência em um projeto ou a vitória de um novo contrato ou a promoção que ela vem batalhando tem tempos. Preparo a apresentação para aquela reunião importante e fico apenas nos números, deixando os pontos negativos de lado, porque o que importante é o saldo positivo do projeto, pois precisamos seguir já que a entrega será daqui a um mês. E, o que aprendemos no final??

Vale uma reflexão sobre a urgência em relação ao aprendizado e aos resultados.

Deixo o link da reportagem do jornal Valor Econômico como reflexão complementar.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Budget: investir em treinamento e desenvolvimento?

Estamos na época, como todo final de ano, de fazer o planejamento para 2012. E, para tal, levantamos as necessidades das áreas, departamentos, para verificarmos as metas e quais serão os custos para atendê-las. Tempo de montar o budget, orçamento.

O que incluir? O que priorizar?

Sõa muitos tópicos, mas quero focar em um que sempre gera discussões: treinamento e desevolvimento. Quanto investir no desenvolvimento dos empregados?

Pergunta não mensurável já que desenvolver competências deve ser considerada uma vantagem competitiva e um custo retornável para o negócio. Assim como, estratégia para retenção de talentos. Investir no desenvolvimento dos empregados, significa aumentar o conhecimento da empresa, seu potencial de mercado. Os empregados representam a empresa.

Diante de um mercado tão competitivo, não se pode deixar este tópico de lado.

Boa sorte para quem está vivendo esta fase!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Salary Survey - 2011/2012

A consultoria Michel Page International publicou nova pesquisa salarial para os anos de 2011/2012, com estimativa para várias áreas, em empresas de pequeno, médio e grande porte.

Vale conferir!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Medo das redes sociais?

Já publiquei aqui um post relacionado ao tema. Lendo as notícias deparei-me com tal questão. As pessoas estão com medo de perder seus empregos ou conseguir um por conta daquilo que postam nas redes sociais. Aquilo significa vida pessoal.

E, é preciso ter cuidado porque as empresas estão criando também seus perfis nestas redes e verificando o que seus futuros empregados postam. Na verdade, é preciso ter cuidado também com a exposição exagerada, ninguém precisa saber o que você faz o dia todo através do Facebook.

Na reportagem, a pesquisa fala sobre aquilo que se posta nas redes sociais em confronto com uma avaliação do perfil pessoal da pessoa. Lembrando que confunde-se e muito estas duas vertentes: vida pessoal X vida profissional.

Considerando esta dualidade, acrdito que algumas relfexões sejam necessárias:
Somos despreocupados com a questão da privacidade? O que as pessoas precisam saber da minha vida pessoal (ou melhor, precisam saber alguma coisa)? É uma esta exposicão exagerada?
Para que servem as redes sociais? Qual é o melhor uso delas?
Que tipo de informação devemos postar?
Que tipo de conduta devemos ter nestes espaços de interação e mídia?

Em resumo, vamos pensar nos termos presentes na reportagem: conduta online e conduta offline.

É sempre bom se comportar bem, independantemente do espaço e do suporte.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Qual é a melhor empresa para se trabalhar?

Esta pergunta ronda os pensamentos de todas as pessoas que procuram o lugar perfeito para trabalhar (talvez com o chefe perfeito, o salário bem alto, benefícios fantásticos e as pessoas mais inteligentes ao redor).

Não sei se o adjetivo perfeito se encaixa e se encontrar o melhor lugar será fácil, porque estes adjetivos dependarão muito da pessoa que os procura. Uma empresa pode ser ótima para mim e péssima para um colega. Vale perguntar o quê nós queremos, porque alguns benefícios podem não contar quando se pensa em um ambiente amigável ou um plano de desenvolvimento profissional.

Para quem procura este lugar, que oferece os melhores benefícios e quem sabe um ambiente de trabalho perfeito, segue resultado da pesquisa publica pela revista Você S.A com as 16 melhores empresas para se trabalhar.

Mas, antes de sair por aí mandando currículo para tais empresas, pergunte-se qual seria para você a melhor empresa para se trabalhar. Pode, inclusive, ser uma pergunta em uma entrevista. Eu já respondi a mesma várias vezes.