Iniciando a conversa

O que te inquieta? O que te estimula? Quais são seus desafios profissionais? Quais são suas experiências? Eu tenho as minhas inquietações, dúvidas e angústias. Quero colocá-las aqui.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Festa da empresa??

As festas de final de ano nas empresas sempre são uma caixinha de supresa.

Ano passado foi tranquila, no outro ano o fulano do Departamento Financeiro bebeu demais e este ano a nova funcionário do mesmo departamento caiu na briga com uma outra. Motivo?

Não interessa o motivo. O que interessa é o código de ética, enteressa não misturar vida profisonal com vida pessoal. Na festa da empresa, evento corporativo, com participantes de todos os departamentos, não se pode ter comportamentos além do normal, digo com exageros e excessos. Quem participará da festa é o gerente fulano, o coordenador ciclano e a secretária beltrana, não será apenas a pessoa, mas o profissional que está atrás dos títulos.

Como queremos que o outro nos veja? Como seremos respeitados porifissionalmente se não nos damos o respeito?

Etiqueta corporativa nunca é demais. Quer que as pessoas saibam o seu nome? Então, realize um bom trabalho, mostre para que veio, será mais útil para sua carreira.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Como conciliar trabalho e estudo?

Conciliar trabalho e estudo nao é uma coisa fácil e acredito que para poucos, sim porque em algumas culturas isso não é comum. Já em outras é uma necessidade, porque precisamos estudar, ter uma formação para sermos “alguém na vida”, como já ouvimos muitas pessoas falarem, inclusive nossos pais.

Um dos pontos negativos de fazer as duas coisas é o foco, quando focar em qual?

Em alguns períodos não é fácil ter tantas reuniões, seminarios, encontros e ainda preparar o paper para a disciplina tal, ou estudar para uma prova ou até mesmo passar uma semana fora por conta de um projeto.

Fazer as duas coisas consome muita energia, a qual deve ser reposta através de muita motivação e, claro, da ideia já colocada anteriormente, sem formação não consiguimos ir longe. Ter uma profissão, uma carreira.

Para o desenvolvimento profissional é fundamental ter uma graduação, agora mais ainda uma pos-graduação, etc. Está crescendo a necessidade de ter mestrado ou até mesmo doutorado.

Vivemos em uma sociedade competetitiva onde vence o melhor, consegue a vaga quem tem mais cursos no currículo. Antes separavamos a vida academica da vida professional, ou seja, faz doutorado quem quer ter um vida academica, faz um mestrado profissional quem está voltado para o mercado de trabalho. Parece que esta separação está caminhando para uma mudança, pois alguns executivos no mundo além de um MBA também tem um doutorado. Volto a questão cultural, importante para alguns países, mas nada suignificativos para outros.

Outro ponto que justifica fazer os dois ao mesmo tempo é o financeiro, porque para pagar um curso superior precisa-se de uma renda e uma renda singificativa, porque os custos vão para além das mensalidades. E, trabalhar para pagar a universidade é algo bem comum em qualquer lugar do mundo, nem que este trabalho seja apenas durante as ferias de verão para custear o próximo semestre em alguma universidade em outro canto do mundo. Ou mesmo aquele que precisa para repassar cada centavo para a conta da universidade.

Podemos destacar outros pontos também, como cansaço, perder os finais de semana estudando, fazendo os trabalhos, gastar além para comprar os livros, chegar tarde em casa, etc. Contudo, todo este esforço traz um contribuição muito grande para a pessoa enquanto profissional e ser humano, porque tem-se a oportunidade de relacionar teoria (os trabalhos do curso, os textos para ler) com a prática, acumulada depois de algumas horas diarias de trabalho. Sem sombra de dúvidas, com algumas exceções, como pessoas trabalhando em areas completamente diferentes da sua prática, mas mesmo assim é bastante positivo, porque o profissional fica mais maduro, dá mais valor aos estudos, se esforça mais. Corre atrás.

E, a maior delas, amadurece, enquanto pessoa e profissional.

domingo, 20 de novembro de 2011

Tudo para ontem ...

Vivemos a síndrome do "tudo para ontem", os projetos são para ontem, o resumo do mês seria enviado ontem, o relatório seria incluido anteontem ... E assim vive-se a loucura do dia-a-dia, com os prazos para um dia fictício, porque o ontem já era.

No meio deste calendário maluco, com prazos cada vez mais apertados e as coisas acontecendo em uma velocidade inimaginável (era da tecnolgia, período das oportunidades, mercado crescendo - são as respostas), deixa-se de lado a qualidade. Com certeza, o relatório produzido para ontem não tem os mesmos dados, as mesmas recomendações e análises do que aquele que seria entregue amanhã.

O tempo não importa, mas sim a qualidade, o conhecimento que estamos gerando, a importância que damos a determinadas tarefas em detrimento a outras. Todas as atividades que fazemos durante o dia são realmente importantes? O tempo que passei no telefone com um cliente ou com o colega do outro departamento foi realmente necessário ou poderia ter sido menor? Como ser mais direto? Usar menos tempo e me aprofundar mais?

Será que esta urgênica nos permite ir fundo em um determinado assunto? Ou vivemos na superficialidade dos fatos?

Passei grande parte do meu almoço lendo meus emails no celular, em consequência minha colega não conseguiu dividir comigo a experiência em um projeto ou a vitória de um novo contrato ou a promoção que ela vem batalhando tem tempos. Preparo a apresentação para aquela reunião importante e fico apenas nos números, deixando os pontos negativos de lado, porque o que importante é o saldo positivo do projeto, pois precisamos seguir já que a entrega será daqui a um mês. E, o que aprendemos no final??

Vale uma reflexão sobre a urgência em relação ao aprendizado e aos resultados.

Deixo o link da reportagem do jornal Valor Econômico como reflexão complementar.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Budget: investir em treinamento e desenvolvimento?

Estamos na época, como todo final de ano, de fazer o planejamento para 2012. E, para tal, levantamos as necessidades das áreas, departamentos, para verificarmos as metas e quais serão os custos para atendê-las. Tempo de montar o budget, orçamento.

O que incluir? O que priorizar?

Sõa muitos tópicos, mas quero focar em um que sempre gera discussões: treinamento e desevolvimento. Quanto investir no desenvolvimento dos empregados?

Pergunta não mensurável já que desenvolver competências deve ser considerada uma vantagem competitiva e um custo retornável para o negócio. Assim como, estratégia para retenção de talentos. Investir no desenvolvimento dos empregados, significa aumentar o conhecimento da empresa, seu potencial de mercado. Os empregados representam a empresa.

Diante de um mercado tão competitivo, não se pode deixar este tópico de lado.

Boa sorte para quem está vivendo esta fase!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Salary Survey - 2011/2012

A consultoria Michel Page International publicou nova pesquisa salarial para os anos de 2011/2012, com estimativa para várias áreas, em empresas de pequeno, médio e grande porte.

Vale conferir!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Medo das redes sociais?

Já publiquei aqui um post relacionado ao tema. Lendo as notícias deparei-me com tal questão. As pessoas estão com medo de perder seus empregos ou conseguir um por conta daquilo que postam nas redes sociais. Aquilo significa vida pessoal.

E, é preciso ter cuidado porque as empresas estão criando também seus perfis nestas redes e verificando o que seus futuros empregados postam. Na verdade, é preciso ter cuidado também com a exposição exagerada, ninguém precisa saber o que você faz o dia todo através do Facebook.

Na reportagem, a pesquisa fala sobre aquilo que se posta nas redes sociais em confronto com uma avaliação do perfil pessoal da pessoa. Lembrando que confunde-se e muito estas duas vertentes: vida pessoal X vida profissional.

Considerando esta dualidade, acrdito que algumas relfexões sejam necessárias:
Somos despreocupados com a questão da privacidade? O que as pessoas precisam saber da minha vida pessoal (ou melhor, precisam saber alguma coisa)? É uma esta exposicão exagerada?
Para que servem as redes sociais? Qual é o melhor uso delas?
Que tipo de informação devemos postar?
Que tipo de conduta devemos ter nestes espaços de interação e mídia?

Em resumo, vamos pensar nos termos presentes na reportagem: conduta online e conduta offline.

É sempre bom se comportar bem, independantemente do espaço e do suporte.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Qual é a melhor empresa para se trabalhar?

Esta pergunta ronda os pensamentos de todas as pessoas que procuram o lugar perfeito para trabalhar (talvez com o chefe perfeito, o salário bem alto, benefícios fantásticos e as pessoas mais inteligentes ao redor).

Não sei se o adjetivo perfeito se encaixa e se encontrar o melhor lugar será fácil, porque estes adjetivos dependarão muito da pessoa que os procura. Uma empresa pode ser ótima para mim e péssima para um colega. Vale perguntar o quê nós queremos, porque alguns benefícios podem não contar quando se pensa em um ambiente amigável ou um plano de desenvolvimento profissional.

Para quem procura este lugar, que oferece os melhores benefícios e quem sabe um ambiente de trabalho perfeito, segue resultado da pesquisa publica pela revista Você S.A com as 16 melhores empresas para se trabalhar.

Mas, antes de sair por aí mandando currículo para tais empresas, pergunte-se qual seria para você a melhor empresa para se trabalhar. Pode, inclusive, ser uma pergunta em uma entrevista. Eu já respondi a mesma várias vezes.

domingo, 16 de outubro de 2011

MBA: duas conversas sobre o mesmo assunto

Colocarei duas conversas sobre o assunto. A primeira com uma funcionária considerada de nível senior e a segunda com um gerente.

Primeira conversa:

A - Soube que você viajará na próxima semana, sairá de férias?
B - Não irei para o módulo presencial do meu MBA. Será uma semana de aula.
A - Não sabia que você estava fazendo um MBA, mas qual é o motivo? Porque quem faz um tem objetivos profissionais, que ter um cargo ou pensa em mudar de emprego.
B - Mas, é exatamente por isso que estou fazendo. Quero ter uma perspectiva profissional, procuro meu desenvolvimento, quero mais desafios.
A - Eu não preciso de mais nada, as tarefas que tenho já são de bom tamanho. Não quero estudar mais.

...

Segunda conversa:

A - Você deveria fazer um mestrado, um MBA, já que tem ambições profissionais.
B - Eu não preciso. Para que vou perder meu tempo, já que tenho outras atividades mais interessantes depois do meu horário de trabalho? E, posso ler as dissertações que muitas pessoas escrevem e aprender tanto quanto elas.
A - Você deveria rever sua opinião já quer acalnçar um posição mais alta.
B - Vou ter um diploma para colocar na parede? Não preciso gastar meu dinheiro em vão.
...

Tirem suas próprias conclusões.

sábado, 15 de outubro de 2011

Quando mudar de emprego?

As perguntas nuncam ajudam, sempre atrapalham ou não são respondidas da forma como gostaríamos que fossem. Eis aí mais uma pergunta.
É difícil definir qual é o momento certo, não é amanhã, mês que vem, no próximo ano. Não dá para marcar, agendar. Claro que a vontade de mudar pode ser esta marca, ainda mais quando os desafios não aparecem, sempre as mesmas atividades, as mesmas discussões e pessoas, enfim a mesmice. Eu, pessoalmente, não suporto fazer a mesma coisa sempre. Nem sou tarefeira. Preciso do novo, do desafio, de ser questionada e aí quando me deparo com um ambiente de trabalho que não me proporciona isso, claro que a vontade de mudar aparece.
Mas, quando mudar? Existe um período que precisamos cumprir? Não falo do aviso prévio após a demissão, falo de quanto tempo preciso para saber se estou "no lugar certo"? Será que nos primeiros três meses conseguimos perceber o que este ambiente proporcionará em termos do que queremos enquanto profissionais? Será que é o primeiro ano? Quando??
Acredito que a resposta seja relativa. Mas, se nestes primeiros meses logo nos sentimos deslocados, desmotivados e sem vontade de estar ali, mesmo assim é hora de mudar? Ou devemos pensar nas alternativas? Quais são elas??
Alguns profissionais de RH consideram que a experiência em uma determinada posição não deve ser menor do que um ano. Já ouvi algumas pessoas, em busca oportunidades, colocarem que devem esperar o pimeiro ano para pedir demissão, caso contrário o currículo não será bem visto. Verdade ou mentira?
Ao mesmo tempo, principalmente em países que estão vivendo uma economia acelerada, como o Brasil, este período pode ser relativo. Muitas pessoas estão buscando novas oportunidades, leia-se também salários mais altos, e não se preocupam se estão há 3 meses, 2 anos ou 10 anos na empresa. O mais importante é a oportunidade.
Como avaliar esta oportunidade considerando o tempo da mudança de emprego?

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Qual é o momento certo para começar um MBA?

Já fiz esta pergunta várias vezes e este post está diretamente relacionado ao anterior.
Fiquei pensando novamente nela quando li a reportagem no blog Rio sobre a entrada no Brasil nos ranking dos MBAs internacionais. Enfim, muitas questões a serem discutidas em torno do título.
Fica o link da reportagem e a pergunta.

Relação teoria e prática

Na semana passada, um colega de trabalho me ligou para conversar sobre como escolher o melhor operador de produção. Não é uma escolha fácil quando nos referimos ao mercado de óleo e gás, quando a posição está localizada em Houston (EUA), quando o assunto é experiência profissional.
Ele me contou que tinha recebido muitos currículos e que alguns não possuíam experiência profissional, sendo enfático que estes já estavam fora do processo. Segundo ele: como contratar pessoas que nunca trabalharam?
Mesmo oferencendo programas de formação no local de trabalho (on the job training), estava fora de propósito contratar alguém sem experiência. Tentei ponderar dizendo que alguns poderiam ser teoricamente bons e que poderiam aprender com esta experiência, que todos precisamos de uma primeira para ingressarmos no mercado. E, ele logo perguntou o motivo pelo qual o estágio deveria ser descartado. Mas, eu não disse que deveríamos destarcar esta etapa tão importante da inserção no mercado.
Enfim, a conversa foi longa, mas as interrogações ficaram. Até onde ir com a formação, digo fazer mestrado, pós-graduação, doutorado e onde começar a experiência profissional. Colocando assim, parece que são duas coisas deslocadas, mas não são.
Pensemos na linha do tempo: graduação-estágio-trabalho-pós e trabalho-trabalho-mestrado e trabalho e assim por diante. São áreas que precisam se cruzar, que precisam caminhar juntas. A teoria não é suficiente sem a experiência profissional, sendo esta fortalecida, enriquecida com a primeira.
Estou sentindo fortemente esta interdependência no curso que estou fazendo, seu eu não tivesse passado por diversas experiências profissionais, a teoria seria em vão. Como entender o mecanismo gerencial de uma empresa, o estilo de liderança de um líder, os processos de gestão sem nunca ter pisado em uma empresa?? Como estudar um caso, escrever um report sem nunca ter vivido o cotidiano do trabalho??
O conheicmento tácito, aquele aprendido nas relações de trabalho, no trabalho, são fundamentais para suportar o conhecimento teórico. E, este último nos dará a base para aprimorar nossas experiências.
Teoria-prática-teoria-prática-teoria-prática-teoria-prática-teoria-prática-teoria-prática

Vida profissional e vida pessoal: separar ou misturar??

Já que falamos em Facebook no post anterior, vamos refletir sobre a seguinte questão: convido meu colega de trabalho para ser meu amigo "do" Facebook?
Esta pergunta apareceu porque relacionei a anterior e adicionei um fato. Ontem, no elevador, ouvi um colega comentando sobre as fotos, da colega de trabalho, que ele viu no Facebook, a qual ele conheceu nesta mesma semana, ou seja, não tinha intimidade para tal comentário. O mesmo não foi indiscreto, mas também não foi comum.
A moça, que nem sabia que tinha uma foto dela lá, pois foi a outra colega que postou, logo respondeu ríspida que não dava abertura para qualquer tipo de comentário a respeito de sua vida pessoal. Ele deu um sorriso branco, sem graça e não disse mais nada. Ela ficou muito brava e foi logo comentando com a outra que não tinha gostado nada.
O fato é corriqueiro, já que é comum as pessoas terem acesso a tal ferramenta no prórpio ambiente de trabalho. Já vi muitas pessoas usarem no horário do trabalho sem o menor problema ou vergonha. Janela aberta e o papo rolando na troca instântanea de mensagens.
Precisamos analisar para que servem as redes sociais. E, como eu, você e meus colegas vamos nos apropriar delas, seja do Facebook, do LinkedIn ou até mesmo do email corporativo. O suporte está aí para ser usado, dependerá de nós como, com quem e quando. E, mais importante é ter um limite. Posso usar o email corporativo para contactar um amigo, claro que posso. Mas, não posso para escrever uma lista de palavrões e mandar para meu primo, tio, seja lá quem for.
Eu acredito, e faço isso na minha vida diária, que a vida pessoal é uma coisa e a vida profissional é outra, que não devemos misturar para que uma não tenha mais importância que a outra, já que são instânicas diferentes. Meus problemas pessoais ficam na porta do escritório, meus problemas do trabalho ficam no elevador. Mas, acredito que a vida pessoal contribui para aquilo que queremos ser enquanto profissionais. Explico: nosso nível de responsabilidade, nosso compromotimento, nossa motivação e até as experiências.
O mais importante é ter uma postura profissional respeitável, onde você se resguarde dos olhos e das "conversas" alheias. Eu sou a mesma pessoa em ambos os lugares, mas devo saber até onde posso ir. Não vou colocar uma foto comprometedora no meu perfil do Facebook.
As opiniões variam e cada um sabe o que faz :)

Procurar emprego no Facebook??

As pessoas que buscam novas oportunidades de trabalho sempre procuram sites relacionados ao tema ou as redes sociais adequadas, como o LinkedIn e tantos outros. Mas, procurar vagas no Facebook é uma novidade.
Várias empresas no mundo estão usando esta ferramenta, que é aberta, gratuita, para encontrar o perfil ideal para as respectivas vagas. A avaliação do perfil do candidato vai desde rede de contatos até questões pessoais e do cotidiano.
Empresas nos EUA, na Ásia e também no Brasil já estão usando este novo recurso para o processo de recrutamento, o qual dependerá muito das informações que você coloca na rede. Não podemos esquecer que nossos dados estão disponíveis, além claro da nossa vida pessoal. Então, cuidado para não misturar a vida pessoal com a vida profissional e se expor demais para um futuro empregador.
Vale a pena ler no Globo on line de hoje a matéria: Facebook é o preferido dos gestores de RH.